quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Época de 1971/72 (Campeão da II Divisão Distrital)

Época de 1971/72. (Campeão Distrital da II Divisão)
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De pé: Serrão I, Santos, Peneda, Leites (capitão), Vítor Andrade e Alberto.
Em baixo: Serrão II, Veiga (jogador/treinador), Pinhal, Marques e Eusébio.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Um breve período em que o Pedras Rubras vestiu de xadrez azul e branco...

O senhor Fernando Santos deixou-nos este breve texto sobre a razão de, por um breve período da época de 1969-70, o F. C. de Pedras Rubras ter equipado de xadrez azul e branco. Um magnífico apontamento histórico:


"Naquela época, o equipamento passou a ser (embora por pouco tempo) azul e branco ao xadrez. A explicação para tal facto ficou a dever-se ao falecido Sr. Armando Gomes Maia (Maiato, mas grande Boavisteiro!) que, à época, era simultaneamente Director do P. Rubras e do Boavista. Aliás, diga-se de passagem, foi através deste senhor que eu próprio vim do Boavista para o P. Rubras, clube este em que joguei 13 (treze) épocas consecutivas, desde 1969/70. Ora, como ia dizendo, o que aconteceu é que nem todos os adeptos do Pedras viam com bons olhos esta mudança no equipamento. Aliado a esse facto, acabou por surgir uma série de jogos cujos resultados não nos foram favoráveis. Os protestos recrudesceram e toda a gente atribuía as culpas ao novo modelo das camisolas. E, por esse facto, tão meteoricamente como o equipamento tinha sido implementado, logo deixou de ser opção. É com emoção e, simultaneamente, muita satisfação que aqui deixo descrito este curioso episódio relativo ao historial do nosso Pedras Rubras".

Abraço.

Época de 1969/1970

Época de 1969/70
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De pé (da esquerda para a direita): Barroso, Vasco, Lamarão, Armindo, Santos, Mário Teixeira, Peneda, Gastão, Carlitos e sr. Armando Gomes Maia (Director).
Em baixo: Américo, Bierre, Leites, Eusébio, Filipe e Monteiro (capitão e jogador/treinador).

A não perder nos próximos dias... fotos do passado do F. C. de Pedras Rubras

O senhor Fernando Santos, antigo jogador e capitão do F. C. de Pedras Rubras nos finais da década de 1960 e na década de 1970, fez chegar até nós algumas fotografias de equipas e jogadores dessa época. Trata-se de uma iniciativa de grande valor e a qual muito agradecemos.
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É nestas alturas que este blogue mais faz sentido, quando é construído por vós, que vêm este espaço como algo que também é vosso; quando constitui o veículo destas excelentes iniciativas, neste caso dando a conhecer fragmentos do passado do nosso clube.
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Abraço.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Resultados e Classificação da 16.ª Jornada


F. C. de PEDRAS RUBRAS 0 - Infesta 0


F. C. de PEDRAS RUBRAS: Humberto, Areias (Laranja), Fernando, Tó e João Magalhães, Coluna, Alex e Carlitos I (Ricardinho), Carlitos II, Bezu e Biscoito (Luís).

Um bom jogo de futebol, muito bem disputado entre duas boas equipas. A primeira parte foi de grande equilíbrio, com lances de algum perigo repartidos pelas duas equipas. Do lado do Pedras Rubras destaque para um cabeceamento do Fernando que passou a rasar o poste da baliza do Infesta e um cruzamento remate do Areias à barra. Do lado do Infesta, registo para dois remates de algum perigo. O nulo ao intervalo era justo, embora ficasse com a ideia clara que a equipa do Pedras Rubras podia fazer muito mais se se concentrasse nas suas potencialidades e menos no nome e na posição classificativa do adversário.

A segunda parte provou isso mesmo, com um Pedras Rubras mais activo e mais dinâmico. De facto, os segundos 45 minutos foram de domínio da nossa equipa, que dispôs de várias ocasiões de golo para conquistar os três pontos, algumas delas de baliza aberta. No entanto, os nossos avançados não foram fortes na finalização e faltou também um pouco de sorte para se concretizar uma dessas várias oportunidades. O Infesta procurava o contra-ataque e, num ou dois lances, levou também perigo à baliza do Humberto. Em todo o caso, a nossa equipa era a que estava mais próxima do golo e os jogadores do Infesta sentiam-no, daí alguma demora na reposição de bola por parte do seu guarda-redes na parte final do encontro.

O jogo terminava 0-0, resultado que se pode considerar justo, embora a ter havido um vencedor, esse teria que ser forçosamente o nosso Pedras Rubras, pela segunda parte de grande qualidade que fez. A equipa de arbitragem não teve qualquer influência no resultado final, embora cometesse um outro erro técnico e, em termos disciplinares, tivesse deixado por mostrar alguns cartões amarelos claros.

Umas palavras para a nossa equipa, para dizer, desde logo, que deviam ter entrado na primeira parte como o fizeram na segunda: a acreditar mais neles próprios. Destacar as exibições do Tó e do Fernando, muito seguros atrás, do Coluna e do Alex, muito combativos no meio-campo. O Alex fez uma grande exibição, de grande luta e sempre a procurar organizar a equipa no sentido do bom futebol. O ataque não teve inspirado, embora tenha havido atitude. Nota ainda para a boa entrada do Ricardinho na segunda parte, numa boa substituição por parte do técnico, e para uma boa parte final do encontro pelo Carlitos II.

Quanto ao público, registou-se uma das melhores casas da época, com boa afluência dos nossos adeptos. Quanto aos adeptos do Infesta, embora em menor número, sempre demonstraram o seu apoio à equipa de forma elevada, sobretudo o seu elemento feminino, o que é sempre positivo.

Nas contas do campeonato, tudo igual na frente, uma vez que o Grijó não conseguiu mais do que uma igualdade a 2 golos no terreno do Rio Tinto. Para a semana, o Pedras Rubras desloca-se ao Pedrouços no que será o regresso às vitórias.

Abraço.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

F. C. de PEDRAS RUBRAS - Infesta

Como já fizeram dois dos nossos visitantes, queria pedir que até Domingo deixassem aqui no blogue mensagens de incentivo à equipa para o jogo contra o Infesta. A todos os que gostam do Pedras, demonstrem, desde já, o vosso apoio com uma mensagem...

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Bezu, reforço para o ataque

O Pedras Rubras contratou o avançado Fernando Carneiro Martins ("Bezu"), jogador de 26 anos que estava no Aliados de Lordelo, sendo já uma opção para o jogo de Domingo frente ao Infesta.
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De facto, a equipa precisava de um reforço para o ataque e esperamos que Bezu seja essa solução ofensiva. Desejamos ao Bezu que seja feliz nesta passagem por Pedras Rubras e que ajude o grupo a atingir os seus objectivos, a começar por uma vitória frente ao Infesta.
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Abraço.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Entrevista do treinador Caneco ao jornal "Primeira Mão"

O Pedras Rubras está a realizar um campeonato de bom nível na Divisão de Honra da Associação de Futebol do Porto. No início da temporada o clube do aeroporto assumiu uma candidatura à subida aos Campeonatos Nacionais, no caso a III Divisão, e ocupa no final desta ano de 2010 o segundo lugar da classificação, só superado por um ainda invicto Infesta.

Além disso, os maiatos só contam uma derrota com quase metade das jornadas cumpridas na temporada 2010/2011. António Monteiro, treinador do Pedras Rubras, mostra-se muito agradado com os resultados alcançados até aqui: “Nós estamos a fazer uma boa campanha. Temos noção de que estamos bem e só não somos primeiros porque o Infesta está a fazer um campeonato excepcional. Resta-nos trabalhar para atingir os nossos objectivos”, diz o técnico também conhecido como Caneco.

A classificação actual coloca o Pedras Rubras em posição de subida, algo que Caneco quer ver concretizado no final da época: “Desde o início da temporada não escondemos que queremos subir. Temos noção de que não é fácil, há muito campeonato pela frente com muita competitividade e com grandes equipas envolvidas., Mas temos a esperança de conseguir essa meta”.

Apesar da excelente campanha que está a realizar, a formação do aeroporto já desperdiçou duas oportunidades de se aproximar do líder. Uma situação que Caneco diz não ter afectado a confiança do plantel: “Uma equipa que só tem uma derrota ao fim de quinze jornadas só pode estar moralizada. O ambiente é excepcional, os jogadores estão motivados e a acreditar cada vez mais que vamos conseguir os objectivos. No entanto, temos a noção de que um empate ou outro que tivemos em casa não é agradável, mas o futebol é feito disso. É verdade que uma vitória frente ao Grijó nos tinha dado uma estabilidade maior e também uma maior margem de manobra, mas infelizmente não conseguimos. É uma prova difícil, que exige cada vez mais de nós, mas estamos com uma moral excelente”, conta o treinador maiato.

No lançamento da época 2009/2010, António Monteiro vaticinou um campeonato dos mais renhidos nos últimos anos. Uma previsão que, segundo o técnico, se tem vindo a confirmar: “Não me enganei. A cada fim-de-semana que passa, torna-se mais difícil ganhar, quer ao primeiro como ao último. É um campeonato extremamente competitivo. As equipas que estão imediatamente abaixo de nós ainda sonham com a subida e temos que estar concentrados e fortes para seguir com este trabalho”, conclui Caneco.

Jornal "Primeira Mão"

domingo, 19 de dezembro de 2010

Avintes 1 - F. C. de PEDRAS RUBRAS 3

F. C. de PEDRAS RUBRAS: Bura, Areias, Tó, Fernando, João Magalhães, André, Alex, Bruno Almeida, Ricardinho, Luís e Biscoito.

Avintes 1 - P. Rubras 0 (10 minutos),
Avintes 1 - P. Rubras 1 (Biscoito, 28 minutos, de penalty),
Avintes 1 - P. Rubras 2 (Ricardinho, 68 minutos),
Avintes 1 - P. Rubras 3 (Alex, 90 minutos).

O nosso Pedras Rubras foi hoje conquistar uma importante vitória a Avintes, naquela que foi a sétima vitória em oito jogos fora de casa, algo de significativo e que deve ser sublinhado. Não tendo visto o jogo, mas segundo informações de quem esteve presente, devo realçar a exibição do Alex. Terá sido o motor da equipa e a sua exibição foi coroada por um golo, após bela jogada individual. Não me surpreende, uma vez que, em boa forma, o Alex é uma grande mais valia.
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Pessoalmente, gostaria de dizer que a equipa que entrou hoje em campo foi uma das mais ofensivas desde o início do campeonato, com 5 elementos de apetência claramente atacante, o que, associado à falta do Coluna, representou uma atitude de grande coragem táctica e confiança na capacidade dos jogadores em se entreajudarem e, dessa forma, atenuarem algumas debilidades. Estes corresponderam e conseguiram, inclusivé, virar o resultado que, aos 10 minutos, se tornou adverso com o golo do Avintes. Por isso, só há que dar os parabéns por todos estes aspectos. Em todo o caso, e para ser honesto, gostaria de dizer que este não é, para mim, o onze ideal, mas ainda bem que foi a aposta do treinador tendo em conta o resultado. Esperemos que o treinador continue a fazer equipas vencedoras. Gostaria de ter podido ir ver o jogo para dizer algo mais, mas ficam estas notas. Mais uma vez parabéns ao treinador e aos jogadores.
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Nas contas do campeonato, tudo igual na frente. O Grijó ganhou 2-1 ao Salgueiros, embora parece que o empate teria sido mais justo e a arbitragem terá favorecido a equipa gaiense. O Infesta ganhou 1-0 ao Custóias. Na próxima jornada, depois das festas, teremos a primeira derrota do Infesta, quando visitar o nosso estádio. Pelo menos todos assim esperamos.
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Abraço e Boas Festas.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Luís, n.º 9


No futebol, como na vida, há que saber conviver com a crítica mas há também que saber criticar. Ou seja, as críticas só fazem sentido se forem bem pensadas, bem justificadas e procurando atingir bons objectivos.
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Digo isto a propósito do que se tem falado do nosso ponta-de-lança Luís. Realmente, é inegável que o Luís se encontra num período de baixa de forma, algo a que os sócios não podem ficar indiferentes. Pessoalmente, custa-me ver essa baixa de forma não apenas pelo que a equipa perde, mas também pelo próprio jogador, porque ninguém melhor do que ele quererá fazer melhor e sentirá o facto de não estar a jogar o futebol que sabe.
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Mas deste sentimento a certas críticas vai uma grande distância e por duas razões. A primeira prende-se com a memória, algo que no futebol é curto e que não devia ser assim. O Luís, nas últimas épocas, foi o nosso melhor avançado, o nosso melhor marcador, basicamente, o "abono de família" no ataque. A questão que se colocava era arranjar alguém para não deixar o Luís só lá na frente. A segunda razão é pragmática, ou seja, o Luís não tem sido titular. Seria mais difícil condenar certas críticas se o Luís fosse titular, em detrimento de jogadores em melhor forma. Mas, e na maior parte das vezes bem, o treinador tem optado por colocar o Luís na equipa por períodos, penso que de modo a permitir uma recuperação gradual do jogador. Por isso, quando se crítica o jogador nestas condições é dizer para não o deixarem mais jogar, o que, na minha opinião, não faz sentido. Todos nós passamos por bons e por maus momentos, por alturas em que as coisas correm melhor e em que temos mais confiança nas nossas capacidades. Outras vezes, por muito que nos esforcemos, parece que nada corre bem.
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Gostaria, a um outro nível, de valorizar novamente o espírito de união que caracteriza este grupo, realidade que engrandece o clube. Aplaudir as mensagens do Vitor e do Humberto de apoio ao seu colega de equipa. Estas atitudes são importantes. Quando falo, muitas vezes, que os jogadores devem ter atitude nos jogos. Esta só faz sentido se, fora das quatro linhas, forem correspondidas por outros gestos ainda mais importantes. Fico muito feliz, que este blogue sirva de veículo para estas acções.
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Finalmente, uma palavra de apoio para o Luís deste sócio n. 282. Não é que ele precise, mas aqui fica. Dizer que o que tem corrido mal esta época não apaga, nem desvanece, as alegrias que nos deu nas épocas passadas, com os seus golos, alguns deles ao cair do pano, com grandes explosões de alegria dos sócios. Afirmar que tem muita qualidade e que, mais jogo menos jogo, voltará a demonstrá-la e a dar essas alegrias a nós e a ele próprio.
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Abraço e continuem a comentar, porque também passa pelas discussões, pela massa crítica, a força de um clube.

domingo, 12 de dezembro de 2010

F. C. de PEDRAS RUBRAS 1 (Biscoito) - Grijó 1


Por aquilo que as equipas produziram, o empate deve-se aceitar como o resultado mais justo. O jogo é fácil de descrever. Após alguns minutos de equilíbrio e disputa do controlo do jogo, o Pedras Rubras chegou cedo ao golo, através de uma grande penalidade justa a castigar uma falta sobre o Bruno Almeida que, após ganhar as costas ao lateral esquerdo do Grijó e de ter fintado o guarda-redes, foi derrubado por este. A conversão do penalty coube ao Biscoito, que, como habitual, não perdoou. O golo fez um pouco mal à equipa, na medida em que esta procurou viver à sombra da vantagem, guardá-la, mais do que partir em busca do segundo golo. Claro que uma equipa não joga sozinha e, em desvantagem, o Grijó também procurou a igualdade com determinação e, através sobretudo de um futebol musculado, ganhou a luta do meio-campo e assegurou o domínio do jogo. A posse de bola era sobretudo da equipa gaiense, com os nossos jogadores com pouca capacidade de segurarem o esférico, fazê-lo circular e criar lances de perigo no ataque. O cenário piorou com a lesão do Coluna, que ia sendo um baluarte à frente da defesa. Por volta dos 80 minutos, o Grijó chegou ao empate, num lance muito consentido pela nossa parte, embora possa haver a atenuante de ter sido obtido em fora-de-jogo. A equipa procurou reagir, mas já era tarde e a divisão de pontos acaba, como disse, por ser o resultado mais justo.
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Embora seja o resultado mais justo pelo que as equipas fizeram em campo, devo dizer que a arbitragem foi um pouco tendenciosa a favor do Grijó. Na grande penalidade, o árbitro podia perfeitamente expulsar o guarda-redes do Grijó, mas optou apenas pelo cartão amarelo. No golo do Grijó, na dúvida do fora-de-jogo, deixa-se passar. Para além disso, o árbitro não penalizou devidamente o jogo mais duro do Grijó, sobretudo visível em faltas muito feias sobre o nosso ponta-de-lança Biscoito. Enfim, uma coisa ninguém pode dizer: que o árbitro foi caseiro..
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Quanto à nossa equipa, e como adepto, devo dizer o seguinte. Desde logo, continuo a achar que o 11 titular parece-me próximo do melhor que, actualmente, podemos apresentar (talvez se possa discutir uma outra nuance nas alas). No entanto, hoje verificaram-se exibições menos conseguidas de jogadores que já mostraram muito mais esta época. Em segundo lugar, dar os parabéns aos jogadores pelo quanto trabalharam. Muitas vezes não o fizeram da melhor maneira, várias vezes se percebeu a sua frustração de não se adaptarem ao jogo mais físico do Grijó, mas quiseram sempre fazer o melhor. Em todo o caso, e numa nota mais geral, penso que é importante sublinhar o seguinte aspecto: o plantel está curto em opções de qualidade e, para uma possível subida de divisão (objectivo anunciado no início da época) parece-me difícil, embora não duvide da capacidade de trabalho e superação do grupo, o qual devemos sempre apoiar. Assim, penso que ou se opta pelo reforço do plantel ou então, caso não haja dinheiro (e em primeiro lugar deve vir sempre uma gestão financeira rigorosa: não comprar hoje o que não se pode pagar amanhã) é melhor moderar as expectativas.
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Em termos individuais, e sempre a realçar o lado positivo (embora um ou outro jogador comece a merecer o inverso), agradecer o empenho e o exemplo do Tó; o trabalho do Coluna; a regularidade do João; o esforço do Alex e a combatividade do Biscoito, entre outros.
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De resto, fica um abraço a todos os que compareceram.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

F. C. de PEDRAS RUBRAS - Grijó (antevisão)


Grande jogo este Domingo em Pedras Rubras, com a nossa equipa a defrontar o Grijó, 3.º classificado a três pontos da nossa equipa e um dos candidatos à subida de divisão. É muito importante ganhar este jogo: alarga-se a distância para 6 pontos; quebra-se a moral da equipa adversária e pode vir a ser relevante num confronto directo nas contas finais.

O Grijó conta com 8 vitórias, 3 empates e 2 derrotas. Marcou 22 golos e sofreu 8. Fora de casa conseguiu 4 vitórias e perdeu 2 jogos, tendo marcado 9 golos e sofrido 5.

Domingo, espero duas coisas: ver um Pedras Rubras lutador e ofensivo e ver muito público no estádio. Espero que a equipa demonstre em campo que pensa apenas na conquista dos 3 pontos como um passo importante para a subida de divisão. Jogue de forma concentrada, mas confiante nas suas capacidades e no facto de jogar em casa. Assuma uma postura activa e ofensiva, retirando qualquer hipótese de o adversário ganhar moral ao longo do jogo. E que a confiança esteja em alta para combater qualquer contrariedade que eventualmente surja. Quanto aos sócios, faço um apelo para que vão ao estádio e que apoiem a equipa, pois acredito que esta vai corresponder com uma atitude merecedora.

Abraço e até Domingo.