segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
Nogueirense 1 - F. C. de PEDRAS RUBRAS 1 (Tó)
F. C. de Pedras Rubras: Humberto, Nuno, Tó, Fernando e Marito, André, Fonseca (Carlitos I), Domingos (Santa Cruz), Carlitos II (A. Oliveira), Ricardinho e Biscoito.
Com duas baixas importantes por lesão, Alex e Kisley, a equipa do Pedras Rubras não se apresentava na máxima força. Em todo o caso, entrou muito bem no jogo, confiante, e criou logo nos primeiros minutos um lance de perigo, com um bom passe do Biscoito a abrir na esquerda, para a descida do Ricardinho, que concluiu com um remate forte mas com pouca direcção. Após cerca de 15 minutos, o Nogueirense equilibrou a partida, mas coube novamente ao Pedras Rubras um lance vistoso, com um remate, cheio de efeito, do Carlitos II na direita a esbarrar numa bela defesa do guardião local. Nos primeiros 45 minutos, o Nogueirense teve apenas uma boa oportunidade nascida de um fora-de-jogo não assinalado. O jogador desceu pela direita, aproveitando a posição irregular, cruzou rasteiro e o avançado de Nogueira a rematar para uma boa defesa do Humberto. O nulo ao intervalo ajustava-se: o Pedras começou melhor e o Nogueirense terminou a controlar.
A segunda parte começou equilibrada, mas uma falta bem tirada pelo Biscoito deu origem a um cruzamento para a área que o Tó soube concluir da melhor forma. Estava inaugurado o marcador por volta dos 53 minutos. A partir daí o Pedras Rubras recuou ou foi empurrado para o seu meio-campo (depende da leitura) e o Nogueirense dominou o jogo, sem todavia criar grandes oportunidades de golo. De facto, muito caudal ofensivo mas com a nossa defesa a apresentar-se sólida. Não o foi apenas num canto pelos 80 minutos, com uma má marcação no primeiro poste a permitir o golo do empate. Um canto que o não terá sido, mas de onde me encontro é difícil avaliar.
Nos últimos minutos de jogo dois lances que podiam ter dado os três pontos à nossa equipa. Primeiro, uma saída em contra-ataque com o Biscoito a isolar-se e o fiscal de linha a marcar um fora de jogo inexistente. O mesmo fiscal de linha que na primeira parte deixou passar uma jogada perigosa a favor do Nogueirense, neste lance, acabou por impedir um golo quase certo. Já nos descontos, o Ricardinho acreditou, ganhou uma disputa de bola a um último defensor na esquerda e rematou forte, mas por cima. Tinha o A. Oliveira ao lado em melhor posição para empurrar para o golo, mas a emoção do lance levou-o a rematar.
O empate é justo. Sem dois jogadores importantes como o Alex e o Kisley, contra uma boa equipa e no seu terreno, o Pedras Rubras fez o jogo possível. Naturalmente, há que ser ambicioso e querer sempre mais, sempre a vitória. Mas, para isso, era sobretudo preciso um meio-campo mais agressivo e que soubesse pautar os ritmos do jogo. Em todo o caso, um ponto em casa de um candidato à subida é, na teoria, um resultado positivo e, tendo em conta as características da presente época e plantel, não se pode pedir muito mais.
Abraço.
Com duas baixas importantes por lesão, Alex e Kisley, a equipa do Pedras Rubras não se apresentava na máxima força. Em todo o caso, entrou muito bem no jogo, confiante, e criou logo nos primeiros minutos um lance de perigo, com um bom passe do Biscoito a abrir na esquerda, para a descida do Ricardinho, que concluiu com um remate forte mas com pouca direcção. Após cerca de 15 minutos, o Nogueirense equilibrou a partida, mas coube novamente ao Pedras Rubras um lance vistoso, com um remate, cheio de efeito, do Carlitos II na direita a esbarrar numa bela defesa do guardião local. Nos primeiros 45 minutos, o Nogueirense teve apenas uma boa oportunidade nascida de um fora-de-jogo não assinalado. O jogador desceu pela direita, aproveitando a posição irregular, cruzou rasteiro e o avançado de Nogueira a rematar para uma boa defesa do Humberto. O nulo ao intervalo ajustava-se: o Pedras começou melhor e o Nogueirense terminou a controlar.
A segunda parte começou equilibrada, mas uma falta bem tirada pelo Biscoito deu origem a um cruzamento para a área que o Tó soube concluir da melhor forma. Estava inaugurado o marcador por volta dos 53 minutos. A partir daí o Pedras Rubras recuou ou foi empurrado para o seu meio-campo (depende da leitura) e o Nogueirense dominou o jogo, sem todavia criar grandes oportunidades de golo. De facto, muito caudal ofensivo mas com a nossa defesa a apresentar-se sólida. Não o foi apenas num canto pelos 80 minutos, com uma má marcação no primeiro poste a permitir o golo do empate. Um canto que o não terá sido, mas de onde me encontro é difícil avaliar.
Nos últimos minutos de jogo dois lances que podiam ter dado os três pontos à nossa equipa. Primeiro, uma saída em contra-ataque com o Biscoito a isolar-se e o fiscal de linha a marcar um fora de jogo inexistente. O mesmo fiscal de linha que na primeira parte deixou passar uma jogada perigosa a favor do Nogueirense, neste lance, acabou por impedir um golo quase certo. Já nos descontos, o Ricardinho acreditou, ganhou uma disputa de bola a um último defensor na esquerda e rematou forte, mas por cima. Tinha o A. Oliveira ao lado em melhor posição para empurrar para o golo, mas a emoção do lance levou-o a rematar.
O empate é justo. Sem dois jogadores importantes como o Alex e o Kisley, contra uma boa equipa e no seu terreno, o Pedras Rubras fez o jogo possível. Naturalmente, há que ser ambicioso e querer sempre mais, sempre a vitória. Mas, para isso, era sobretudo preciso um meio-campo mais agressivo e que soubesse pautar os ritmos do jogo. Em todo o caso, um ponto em casa de um candidato à subida é, na teoria, um resultado positivo e, tendo em conta as características da presente época e plantel, não se pode pedir muito mais.
Abraço.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Nogueirense - F. C. de PEDRAS RUBRAS (Domingo, 15:00)
No ano passado, um golo do Carlitos I de canto deu-nos os três pontos em Nogueira. Esperamos que a história se repita e que Domingo traga nova vitória das nossas cores.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
F. C. de PEDRAS RUBRAS 1 (Ricardinho) - Barrosas 0
F. C. de Pedras Rubras: Humberto, Nuno, Tó, Fernando e Marito, André, Domingos e Carlitos II (J. Jesus), Ricardinho (Fonseca), Kisley (Carlitos I) e Biscoito.
A nossa equipa conseguiu ontem a segunda vitória em casa, frente ao Barrosas por 1-0. Com um 11 de grande capacidade ofensiva (Biscoito, Kisley, Carlitos II, Ricardinho), o Pedras Rubras começou bem o jogo, pressionando alto e levando o jogo a disputar-se no meio campo do Barrosas. Não era uma pressão sufocante, nem com ocasiões flagrantes de golo, mas era uma pressão consistente que daria resultados à passagem dos 23 minutos, com o Ricardinho a concluir uma jogada dentro da área pela direita, com um remate forte que entrou no ângulo superior esquerdo da baliza. Até ao final da primeira parte, o jogo correu de forma morna com o Pedras Rubras a abrandar o ritmo e o Barrosas a não mostrar capacidade para inverter o rumo dos acontecimentos.
Na segunda parte, o Barrosas entrou mais determinado. A equipa de Felgueiras fazia um jogo muito físico e, por vezes, demasiado duro, mas conseguia assim ganhar a luta pelo meio-campo e assumir a procura do empate. O nosso historial com o Barrosas (duas derrotas caseiras) e a falta de resultados em casa não permitiu segurar a vantagem com maior tranquilidade e confiança, aquela que levasse à procura do segundo golo, mais do que a defender a vantagem mínima. Percebe-se o receio de novo empate caseiro, não tanto a lentidão e a passividade na disputa de alguns lances, consistentemente ganhos pelo Barrosas no meio-campo.
Em todo o caso, valeu o esforço e o empenho da equipa. Gostei, sobretudo, da defesa, bastante coesa, e do André a limpar o meio-campo. Honestamente, no início do campeonato pensei que ia sentir saudades do Coluna, mas o André cresce de jogo para jogo e demonstra que foi uma bela escolha. Esperava mais desse poder ofensivo, mas não tenho dúvidas de que, com rotina e trabalho, jogadores como o Biscoito, o Kisley, o Carlitos II, o Ricardinho, a jogarem juntos, podem fazer muitos estragos. Beneficiarão muito de um meio-campo dinâmico e agressivo...
Abraço.
A nossa equipa conseguiu ontem a segunda vitória em casa, frente ao Barrosas por 1-0. Com um 11 de grande capacidade ofensiva (Biscoito, Kisley, Carlitos II, Ricardinho), o Pedras Rubras começou bem o jogo, pressionando alto e levando o jogo a disputar-se no meio campo do Barrosas. Não era uma pressão sufocante, nem com ocasiões flagrantes de golo, mas era uma pressão consistente que daria resultados à passagem dos 23 minutos, com o Ricardinho a concluir uma jogada dentro da área pela direita, com um remate forte que entrou no ângulo superior esquerdo da baliza. Até ao final da primeira parte, o jogo correu de forma morna com o Pedras Rubras a abrandar o ritmo e o Barrosas a não mostrar capacidade para inverter o rumo dos acontecimentos.
Na segunda parte, o Barrosas entrou mais determinado. A equipa de Felgueiras fazia um jogo muito físico e, por vezes, demasiado duro, mas conseguia assim ganhar a luta pelo meio-campo e assumir a procura do empate. O nosso historial com o Barrosas (duas derrotas caseiras) e a falta de resultados em casa não permitiu segurar a vantagem com maior tranquilidade e confiança, aquela que levasse à procura do segundo golo, mais do que a defender a vantagem mínima. Percebe-se o receio de novo empate caseiro, não tanto a lentidão e a passividade na disputa de alguns lances, consistentemente ganhos pelo Barrosas no meio-campo.
Em todo o caso, valeu o esforço e o empenho da equipa. Gostei, sobretudo, da defesa, bastante coesa, e do André a limpar o meio-campo. Honestamente, no início do campeonato pensei que ia sentir saudades do Coluna, mas o André cresce de jogo para jogo e demonstra que foi uma bela escolha. Esperava mais desse poder ofensivo, mas não tenho dúvidas de que, com rotina e trabalho, jogadores como o Biscoito, o Kisley, o Carlitos II, o Ricardinho, a jogarem juntos, podem fazer muitos estragos. Beneficiarão muito de um meio-campo dinâmico e agressivo...
Abraço.
sábado, 10 de dezembro de 2011
F. C. de PEDRAS RUBRAS - Barrosas (Domingo, 15:00)
Só a vitória interessa perante um adversário que, nas últimas duas épocas, veio ganhar ao nosso estádio. Amanhã é tempo de acabar com essas surpresas.
domingo, 4 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Lixa - F. C. de PEDRAS RUBRAS (Domingo, 15:00)
Num terreno difícil, mas que tem sido favorável às nossas cores, com três vitórias nas últimas deslocações, espero que a equipa volte aos resultados positivos. Para isso é indispensável que todos os jogadores apresentem elevados níveis de concentração e intensidade ao longo dos 90 minutos e não apenas a espaços. Combatividade, raça, querer e os três pontos estarão mais perto.
Abraço.
Prémios Maria da Fonte e Altino Teixeira "Saudade 2011"
Vencedores dos Prémios Maria da Fonte
- Prémio Atleta da Formação do Ano: Diogo Machado
- Prémio Atleta Sénior do Ano: Tó
- Prémio Treinador do Ano: Pedro Fonseca
- Prémio Dirigente do Ano: Carlos Caetano
- Prémio Sócio do Ano: António Duarte
- Prémio Altino Teixeira "Saudade 2011": Manuel Fernando Moreira
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
F. C. de PEDRAS RUBRAS 2 (Domingos e A. Oliveira) - Baião 2
O F. C. de Pedras Rubras fez o 1-0, aos 11 minutos, com o Carlitos II a fazer um bom remate e, na recarga, o Domingos a encostar. Em três minutos o Baião deu a volta ao resultado, beneficiando da passividade local. No início da segunda parte, mais um remate do Carlitos II e mais uma recarga para golo, desta feita pelo A. Oliveira.
Uma única vitória em casa e o 9.º lugar são o resultado claro de várias exibições medianas como esta foi, fruto de erros que, do meu ponto de vista, começaram na construção do plantel. Se temos bons valores, extremamente consistentes e regulares, como o André, que está a fazer um belo trabalho na posição 6, com o Marito, que está a cumprir largamente como defesa direito, como o Carlitos II... Noutros, é patente a lentidão, a falta de raça na disputa dos lances, a previsibilidade do seu jogo, facilmente anulável pelos adversários, enfim, que arrastam a equipa para essa mediania. Não está em causa a crítica fácil ou o colocar em causa a equipa no seu todo. Importa sim ser-se exigente e estou certo que este terço da época não pode satisfazer seja quem for. O apoio acrítico e a procura de responsáveis externos não são o caminho. É preciso olhar para dentro e perceber o que está a ser mal feito.
Abraço.
Uma única vitória em casa e o 9.º lugar são o resultado claro de várias exibições medianas como esta foi, fruto de erros que, do meu ponto de vista, começaram na construção do plantel. Se temos bons valores, extremamente consistentes e regulares, como o André, que está a fazer um belo trabalho na posição 6, com o Marito, que está a cumprir largamente como defesa direito, como o Carlitos II... Noutros, é patente a lentidão, a falta de raça na disputa dos lances, a previsibilidade do seu jogo, facilmente anulável pelos adversários, enfim, que arrastam a equipa para essa mediania. Não está em causa a crítica fácil ou o colocar em causa a equipa no seu todo. Importa sim ser-se exigente e estou certo que este terço da época não pode satisfazer seja quem for. O apoio acrítico e a procura de responsáveis externos não são o caminho. É preciso olhar para dentro e perceber o que está a ser mal feito.
Abraço.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Jantar do 70.º Aniversário do F. C. de Pedras Rubras
Inscreva-se (reserva obrigatória) até dia 25 de Novembro e assista à I Gala dos Prémios Maria da Fonte.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Biscoito de regresso ao nosso clube
Já não é segredo há alguns dias, mas aqui fica a confirmação de que o Biscoito regressou ao nosso Pedras Rubras. Uma notícia muito boa para os adeptos que viam a capacidade ofensiva da equipa bastante aquém do necessário. Bem-vindo Biscoito.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Rio Tinto 1 - F. C. de PEDRAS RUBRAS 0
F. C. de PEDRAS RUBRAS: Humberto, Abílio (J. Jesus), Tó (expulso aos 73 m.), Fernando, Marito, André, Alex, Domingos, Ricardinho (Santa Cruz), Carlitos II e Carlitos I (A. Oliveira).
Enquanto a equipa não compreender que tem de entrar com a mesma atitude forte em todos os jogos, independentemente do adversário e campo, e do primeiro ao último minuto, não vamos a lado nenhum. Frente a um Rio Tinto perfeitamente ao nosso alcance, que tinha apenas uma vitória, estivemos muito mal, sobretudo na primeira parte. Uma actuação adormecida e lenta permitiu ao adversário crescer durante o jogo, na medida em que foi acreditando que o Pedras Rubras não seria assim um obstáculo tão difícil de ultrapassar. Uma equipa joga o que a outra deixa jogar. Cresce mediante o que vê do outro lado e do nosso lado viu-se muito pouco. Ofensivamente, quase não existimos. Equipa bastante mediana, o Rio Tinto também nada fez na primeira parte, a não ser o golo. Nos últimos minutos da primeira parte, um livre (espécie de canto mais curto e interior) na esquerda deu origem ao único lance de perigo e resultou logo em golo. Bem batida, a bola foi em arco, bateu no segundo poste, num jogador nosso e entrou. Ao intervalo, o resultado mais justo seria o nulo, tendo em conta a pobreza. Mas o golo castigava a inoperância da melhor equipa, a nossa.
Na segunda parte, as melhorias não foram significativas. Em todo o caso, a equipa procurou um pouco mais a baliza adversária e teve uma bela oportunidade para chegar à igualdade. Uma descida rápida pela direita do Carlitos II, bom cruzamento e o Ricardinho, em posição privilegiada, a rematar por cima. Por volta da meia hora chegava o caso do jogo, com um possível penalty por mão de um jogador do Rio Tinto a não ser assinalado. Duplo prejuízo, uma vez que, por protestos, o Tó viu o segundo cartão amarelo e consequente vermelho. A missão tornava-se muito mais difícil, mas viu-se aí mais querer do que, por exemplo, em toda a primeira parte. Os jogadores sentiram a injustiça e lutaram para chegar à igualdade, mas já era tarde. Com menos um e contra uma equipa confiante já na vitória, pouco se conseguiu fazer.
Enfim, uma derrota por culpa própria e não imposta pelo adversário. Se fosse marcado, o penalty podia escrever outra história para o jogo, mas não pode servir de desculpa para a má exibição. Quanto à arbitragem, muito irritante, sobretudo no tempo perdido em cada falta marcada, em cada cartão mostrado, em cada jogador lesionado. Exigente em demasia no lugar onde as faltas deviam ser marcadas, ou seja, a ser uma causa do jogo não fluir. Sem qualidade.
Embora se deva sempre falar em equipa, há claramente jogadores que empurram a equipa para patamares mais elevados e outros que a arrastam para a mediania. Neste jogo, como exemplos positivos, a meu ver, tivemos sobretudo o Carlitos II e o André. Quanto às substituições, embora não seja meu hábito comentá-las, penso que a saída do Carlitos I não foi uma boa opção, mas o treinador é que lida diariamente com os jogadores.
Abraço.
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