terça-feira, 19 de abril de 2016
quarta-feira, 13 de abril de 2016
FC PEDRAS RUBRAS 2 (Tó e João Amaral) - Gondomar 3
O nosso Pedras perdeu, no último Domingo, 2-3 com o Gondomar. A equipa entrou a ganhar no jogo quando, logo no primeiro minuto, o Tó finalizou da melhor forma um canto. Moralizada com o golo, a equipa esteve bem, controlando o adversário e continuando a procurar a baliza adversária. Foi com essa atitude que ampliou a vantagem quando o Rafa, autor de uma bela exibição, não desistiu de uma bola lançada em profundidade, cruzou quase na linha de fundo e encontrou o João Amaral, que, antecipando-se ao defesa, encostou com classe. Escassos minutos, mais uma jogada rápida no ataque do Pedras Rubras podia ter dado o terceiro golo, não fosse um excelente remate do João Amaral ter esbarrado com estrondo na barra. Infelizmente, no lance seguinte, sem nada que o justificasse, um erro de marcação na defesa, permitiu ao Gondomar reduzir a desvantagem. A equipa do Gondomar estava quase morta no jogo e, não tivesse sido esse lance, estou em crer que nunca viraria o jogo. No entanto, esse golo deu alento ao Gondomar e, pelo contrário, instabilizou um pouco os nossos jogadores que, por certo, recordaram outras situações em que deixaram escapar vantagens. Ao intervalo, esperava-se que essa desconfiança se dissipasse. Na segunda parte, a equipa procurou sobretudo defender a vantagem e, quem muito defende, está sempre mais sujeito a sofrer contrariedades. Por muito bem que se defenda, há sempre o maior perigo/probabilidade de se cometer um erro e, como é óbvio, qualquer erro no setor mais recuado é muito mais penalizador do que um erro cometido mais à frente, quando se disputa o jogo mais à frente. Infelizmente, surgiu esse erro, como noutras ocasiões já aconteceu, e o Gondomar chegou ao empate aos 79 minutos, além da nossa equipa ter ficado reduzida a 10 unidades. Para esse empate contribuiu também a entrada do habitual titular do Gondomar Tang Shi que, com a sua velocidade, veio confundir um pouco as marcações. O empate, e da forma como aconteceu, abalou completamente a equipa e, passados apenas dois minutos, novo erro (passe errado na saída da defesa) permitiu ao Gondomar virar o resultado e ganhar o jogo.
Em suma, nada a apontar à atitude dos jogadores, muito pelo contrário: trabalharam, lutaram e não são erros perfeitamente normais no futebol que anulam o elogio a essa atitude. Criticar sim, de forma construtiva, a forma como a equipa tem dificuldade em gerir as vantagens. Mentalmente, é tão grande a vontade de guardar os preciosos pontos, que a equipa se deixa amarrar mais atrás e não continua com a liberdade de manter os olhos na baliza adversária, com a vontade de causar problemas ao adversário. Naturalmente, há quem veja, e legitimamante, a realidade de outra forma e, como se sabe, o que não falta no futebol são opiniões. Também importa sublinhar que esta segunda fase menos conseguida não anula o mérito da equipa e do que já conseguiu, nem apaga a qualidade dos seus jogadores, mas também não se pode olhar para este percurso sem espírito crítico, como se se estivesse a fazer tudo bem. Não se está, mesmo reconhecendo-se a qualidade dos adversários. Em todo o caso, há um aspecto positivo nestes maus resultados: é permitir ao grupo analisar o que tem feito de menos acertado nestes jogos sem haver consquências de maior. Para o ano, sabemos que continuamos nos Nacionais.
Queria terminar com duas notas:
1) Não é um erro num jogo que sequer belisca o gigante que é o Tó, um jogador que tem feito tantas, mas tantas coisas boas desde que chegou ao nosso clube, que só devemos desejar que continue a ser grande parte da mística do que hoje é o Pedras Rubras.
2) Elogiar a exibição do Rafa. Incansável, rápido, com qualidade de passe, para mim, foi o melhor em campo.
Abraço.
Em suma, nada a apontar à atitude dos jogadores, muito pelo contrário: trabalharam, lutaram e não são erros perfeitamente normais no futebol que anulam o elogio a essa atitude. Criticar sim, de forma construtiva, a forma como a equipa tem dificuldade em gerir as vantagens. Mentalmente, é tão grande a vontade de guardar os preciosos pontos, que a equipa se deixa amarrar mais atrás e não continua com a liberdade de manter os olhos na baliza adversária, com a vontade de causar problemas ao adversário. Naturalmente, há quem veja, e legitimamante, a realidade de outra forma e, como se sabe, o que não falta no futebol são opiniões. Também importa sublinhar que esta segunda fase menos conseguida não anula o mérito da equipa e do que já conseguiu, nem apaga a qualidade dos seus jogadores, mas também não se pode olhar para este percurso sem espírito crítico, como se se estivesse a fazer tudo bem. Não se está, mesmo reconhecendo-se a qualidade dos adversários. Em todo o caso, há um aspecto positivo nestes maus resultados: é permitir ao grupo analisar o que tem feito de menos acertado nestes jogos sem haver consquências de maior. Para o ano, sabemos que continuamos nos Nacionais.
Queria terminar com duas notas:
1) Não é um erro num jogo que sequer belisca o gigante que é o Tó, um jogador que tem feito tantas, mas tantas coisas boas desde que chegou ao nosso clube, que só devemos desejar que continue a ser grande parte da mística do que hoje é o Pedras Rubras.
2) Elogiar a exibição do Rafa. Incansável, rápido, com qualidade de passe, para mim, foi o melhor em campo.
Abraço.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
segunda-feira, 28 de março de 2016
FC PEDRAS RUBRAS 3 (Hélder Sousa, Issouf, Rafa) - Vilaverdense 0
E à sétima jornada o nosso Pedras Rubras não descansou. Muito pelo
contrário, arregaçou as mangas e construiu, de forma clara, a sua
primeira vitória nesta fase de subida. Com golos de Hélder Sousa e
Issouf (28 e 32 minutos), e de Rafa (50 minutos), o Pedras Rubras obteve
um triunfo inequívoco, que lhe permite deixar a lanterna vermelha e
subir ao 6.º lugar da classificação (foi a única equipa a vencer nesta
última jornada da primeira volta). Ultrapassada esta barreira
psicológica, o grupo deve sentir-se ainda mais motivado para continuar
na procura de boas exibições e vitórias. Pelo que vi na primeira
jornada, tenho a certeza de que tem argumentos mais do que suficientes
para ir a Estarreja disputar o jogo e buscar mais três pontos dos 21 que
ainda estão em disputa. Se for com uma atitude ambiciosa e de
conquista, é bem possível que tal aconteça.
Parabéns ao grupo pela primeira vitória.
Abraço.
Parabéns ao grupo pela primeira vitória.
Abraço.
terça-feira, 22 de março de 2016
Fafe 1 - FC PEDRAS RUBRAS 0
Em resumo:
- uma primeira parte em que, apesar do maior domínio e posse de bola do Fafe, foi a nossa equipa que teve as grandes oportunidades de golo (três ocasiões claras), em contra-ataques ou ataques rápidos quase perfeitos (falhou apenas a finalização). Nesses primeiros 45 minutos, a equipa teve uma resposta positiva e acabou até a controlar o jogo com bola.
- uma segunda parte muito diferente, em que a nossa equipa não conseguiu subir as linhas, não conseguiu repartir o jogo e remeteu-se a uma defesa muito recuada, em que as insistências do ataque fafense acentuavam-se de minuto para minuto até surgir, com naturalidade o golo, aos 60 minutos (adivinhava-se devido às posturas das duas equipas naquele período).
- a perder, substituições no Pedras: saem o Hélder Sousa e o Ricardo Cardoso para entrarem o Pedrinho e o João Amaral. No entanto, aos 73 minutos, uma eventual reação e forcing final do Pedras foi anulada por uma decisão injustificada do árbitro que, perante uma entrada forte mas leal e não violenta do João Jesus, decidiu expulsá-lo com vermelho directo.
Em suma: primeira parte com alguns pontos de interesse, em que o Pedras Rubras mostrou ao Fafe que podia infligir-lhe danos; segunda parte para esquecer.
Com a derrota e a vitória caseira do Anadia frente ao Gondomar, a nossa equipa desceu ao último lugar. No entanto, o grupo não se deve deixar ir abaixo, deve perceber que ainda há muitos jogos pela frente e muito tempo para melhorar e sorrir com vitórias. E se tiver que perder mais jogos que os perca por ser ambicioso, por arriscar, por procurar ser feliz. É que se tiver essa atitude, está sempre muito mais perto de os ganhar. Se sábado, frente ao Vilaverdense, a equipa entrar com uma mentalidade vencedora, com a vontade de tomar conta do jogo, não obstante qualquer vantagem ou qualquer contrariedade, conseguirá certamente a sua primeira vitória nesta fase. Ainda há muito a ganhar.
Abraço.
quarta-feira, 16 de março de 2016
Transmissão televisiva no CMTV
Domingo, penso que pela primeira vez, o nosso Pedras terá um jogo transmitido pela televisão, mais propriamente pela CMTV. Trata-se de mais uma excelente oportunidade do nosso clube se dar a conhecer e mostrar do que é feito. Assim, espero que o grupo demonstre ambição durante os 90 minutos e que jogue sem complexos nem receios, procurando os golos e a vitória. Que deixe uma excelente imagem é o que eu desejo.
terça-feira, 15 de março de 2016
terça-feira, 8 de março de 2016
quarta-feira, 2 de março de 2016
domingo, 28 de fevereiro de 2016
FC PEDRAS RUBRAS 0 - FC Vizela 0
No último Domingo, o nosso Pedras empatou a zero com o Vizela. Contra um dos principais candidatos à subida de divisão (claramente assumido) e que vinha de uma derrota caseira contra o Fafe, ou seja, que vinha pressionado no sentido de não acumular mais um resultado negativo, a nossa equipa fez uma exibição agradável, sobretudo no início do jogo e depois de ter ficado reduzida a 10 jogadores, aos 65 minutos. Foi um jogo emotivo, entre duas equipas organizadas e com qualidade, com oportunidades claras de golo para ambas e que terminou com uma divisão de pontos que me parece inteiramente justa.
A pior equipa em campo foi a equipa de arbitragem pela clara desigualdade de critérios que aplicou, em claro prejuízo do Pedras Rubras. Em cerca de 10 minutos, conseguiu expulsar o Issouf por duas faltas banais, sobretudo a segunda, feita na linha de meio-campo. Com muita facilidade castigava a nossa equipa com faltas e amarelos quando, em situações idênticas, nada era assinalado contra o Vizela. Enfim, adversidades com as quais as equipas pequenas têm de lidar, mas como me sinto satisfeito quando estou a apoiar esse lado, o lado que tem de trabalhar ainda mais para alcançar o que aos outros é dado por estatuto. Que o grupo continue nessa luta, sempre com espírito de família e atitude guerreira, como se viu depois da expulsão. Antes, tivemos alguns períodos de maior passividade, mas também devemos ter em conta a qualidade do adversário.
Após três jornadas, contra três boas equipas, o Pedras Rubras deu uma resposta positiva (um pouco menos no jogo com o Gondomar) e, agora, tem dois jogos que, na teoria, são de menor grau de dificuldade, dentro do nível de grande exigência que todos os jogos desta fase encerram.
Queria terminar, mais uma vez, com uma palavra de grande apreço pelas qualidades futebolísticas e humanas do Issouf. É um prazer enorme ver a vestir a nossa camisola um jogador que, a meu ver, tem sido dos melhores esta época e que, ao mesmo tempo, revela uma enorme humildade. Faço votos para que fique muito tempo por cá.
Em suma, ontem o Pedras Rubras deu mais uma prova de que merece e está à altura de disputar esta fase da subida. A cada jogo que passa, passa e consolida a ideia de um clube que tem algo de especial (e isso nunca duvidei).
Abraço.
A pior equipa em campo foi a equipa de arbitragem pela clara desigualdade de critérios que aplicou, em claro prejuízo do Pedras Rubras. Em cerca de 10 minutos, conseguiu expulsar o Issouf por duas faltas banais, sobretudo a segunda, feita na linha de meio-campo. Com muita facilidade castigava a nossa equipa com faltas e amarelos quando, em situações idênticas, nada era assinalado contra o Vizela. Enfim, adversidades com as quais as equipas pequenas têm de lidar, mas como me sinto satisfeito quando estou a apoiar esse lado, o lado que tem de trabalhar ainda mais para alcançar o que aos outros é dado por estatuto. Que o grupo continue nessa luta, sempre com espírito de família e atitude guerreira, como se viu depois da expulsão. Antes, tivemos alguns períodos de maior passividade, mas também devemos ter em conta a qualidade do adversário.
Após três jornadas, contra três boas equipas, o Pedras Rubras deu uma resposta positiva (um pouco menos no jogo com o Gondomar) e, agora, tem dois jogos que, na teoria, são de menor grau de dificuldade, dentro do nível de grande exigência que todos os jogos desta fase encerram.
Queria terminar, mais uma vez, com uma palavra de grande apreço pelas qualidades futebolísticas e humanas do Issouf. É um prazer enorme ver a vestir a nossa camisola um jogador que, a meu ver, tem sido dos melhores esta época e que, ao mesmo tempo, revela uma enorme humildade. Faço votos para que fique muito tempo por cá.
Em suma, ontem o Pedras Rubras deu mais uma prova de que merece e está à altura de disputar esta fase da subida. A cada jogo que passa, passa e consolida a ideia de um clube que tem algo de especial (e isso nunca duvidei).
Abraço.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
FC PEDRAS RUBRAS 1 (Fábio Martins) - Estarreja 1
Uma estreia que soube a pouco, uma vez que se sentiu que o Estarreja, apesar dos seus méritos, era uma equipa perfeitamente ao nosso alcance. O jogo começou quase a abrir com uma grande penalidade a castigar mão do João Jesus, um lance evitável que deu vantagem ao Estarreja aos oito minutos sem que nada o justificasse. A partir daí, o Pedras Rubras dominou o jogo em busca do empate, com muita posse de bola mas sem grandes oportunidades de golo. O Estarreja praticamente não saía do seu meio-campo. Ao intervalo, a vantagem forasteira era já injusta.
Na segunda parte manteve-se a mesma toada até ao golo do empate, aos 60 minutos, por intermédio do reforço Fábio Martins, com um bom golpe de cabeça, de cima para baixo, no seguimento de um canto. Antes, uma excelente jogada individual do Pedrinho quase já tinha dado o empate, pelo que a igualdade era mais do que justa. Quando se pensava que o golo ia empurrar a equipa para a vitória, a verdade é que, passados poucos minutos, o Estarreja foi equilibrando o jogo e foi, gradualmente, anulando as ações do Pedras Rubras. As saídas do Pedrinho e do Fábio Martins (este pareceu-me tocado) e o cansaço de alguns jogadores num terreno muito pesado e exigente em termos físicos tiraram fulgor à equipa. A expulsão do Tó, com vermelho directo, aos 80 minutos prejudicou ainda mais o cenário e, até final do jogo, o ponto foi sentido como um mal menor.
Em suma, prazer e orgulho de ver a minha equipa disputar este tipo de jogos de maior exigência e mediatismo, frustração por sentir que a minha equipa podia perfeitamente ter infligido a primeira derrota à equipa do Estarreja.
Para Domingo segue-se a deslocação ao Gondomar onde, na primeira fase, se registou uma igualdade a uma bola. Mais um jogo para desfrutar, mas sempre com o foco na vitória. Não há nada a perder e há que também potenciar esse factor.
Abraço.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
O sonho começa Domingo...
Domingo, o nosso Pedras começa a disputar a fase de subida à II Liga.
Em primeiro lugar, acho muito importante destacar o feito que o grupo conseguiu, recordando que, no início da época, qualquer pessoa antevia um campeonato ainda mais difícil do que o do ano passado, com várias equipas com pergaminhos e orçamentos bem superiores. A fuga aos últimos lugares seria uma luta tremenda.
No entanto, esta época foi bem preparada. Ao contrário do que aconteceu em outras épocas, escolheram-se muito bem os jogadores e, desde cedo, se percebeu que havia potencial para lutar, jogo a jogo, pelos três pontos. O trabalho foi dando frutos e os frutos foram dando moral à equipa e aos sócios. Numa espiral positiva, cresceu a crença de que algo bom podia acontecer. É certo que a equipa teve um período negativo (esteve 8 jogos sem ganhar) mas nunca deixou de acreditar e, unida, soube partir para um final de campeonato muito positivo que lhe garantiu o 2.º lugar. Aproveitando a falta de regularidade de outras equipas, o nosso Pedras conseguiu, com toda a justiça e mérito, um 2.º lugar numa das séries mais competitivas do CPP, série na qual foi o melhor ataque (31 golos) e a equipa com menos derrotas (apenas 3). Foi também a única equipa a terminar invicta no seu terreno.
Garantida a manutenção, o grupo e os sócios podem desfrutar agora de uma fase de subida em que, não havendo qualquer pressão, o Pedras Rubras tudo fará para voltar a dignificar o emblema e tudo fará para tentar voltar a surpreender. Como a primeira fase mostrou, a união, o trabalho e a humildade podem mais do que os nomes e os orçamentos. Além disso, não é proibido sonhar.
Para ajudar a sonhar, chegaram mais três jogadores, além do avançado Rafa que já tinha vindo do Rio Ave: o ponta de lança brasileiro Fábio Martins (ex- Ac. Viseu), o experiente Hélder Sousa, que tem a particularidade de já ter jogado na Liga dos Campeões ao serviço da equipa cipriota do Apoel (chega do Trofense) e o guarda-redes Pedro Cavadas (ex Belenenses), que vem colmatar a saída do João Maravalhas, que saiu para o Eléctrico de Ponte de Sor. Fica uma palavra de reconhecimento do bom trabalho realizado pelo João, que me pareceu um guarda-redes de valor, e o desejo de boa sorte nesta nova etapa da sua carreira.
Neste Domingo, o primeiro jogo ditou a receção ao Estarreja, a única equipa que ainda não perdeu nos campeonatos nacionais. Do nosso lado, o Pedras Rubras também ainda não perdeu em casa. Será um bom jogo para avaliar a força das duas equipas e para pôr à prova essa invencibilidade do Estarreja. Parece-me que poderá perdê-la já Domingo.
Abraço.
Em primeiro lugar, acho muito importante destacar o feito que o grupo conseguiu, recordando que, no início da época, qualquer pessoa antevia um campeonato ainda mais difícil do que o do ano passado, com várias equipas com pergaminhos e orçamentos bem superiores. A fuga aos últimos lugares seria uma luta tremenda.
No entanto, esta época foi bem preparada. Ao contrário do que aconteceu em outras épocas, escolheram-se muito bem os jogadores e, desde cedo, se percebeu que havia potencial para lutar, jogo a jogo, pelos três pontos. O trabalho foi dando frutos e os frutos foram dando moral à equipa e aos sócios. Numa espiral positiva, cresceu a crença de que algo bom podia acontecer. É certo que a equipa teve um período negativo (esteve 8 jogos sem ganhar) mas nunca deixou de acreditar e, unida, soube partir para um final de campeonato muito positivo que lhe garantiu o 2.º lugar. Aproveitando a falta de regularidade de outras equipas, o nosso Pedras conseguiu, com toda a justiça e mérito, um 2.º lugar numa das séries mais competitivas do CPP, série na qual foi o melhor ataque (31 golos) e a equipa com menos derrotas (apenas 3). Foi também a única equipa a terminar invicta no seu terreno.
Garantida a manutenção, o grupo e os sócios podem desfrutar agora de uma fase de subida em que, não havendo qualquer pressão, o Pedras Rubras tudo fará para voltar a dignificar o emblema e tudo fará para tentar voltar a surpreender. Como a primeira fase mostrou, a união, o trabalho e a humildade podem mais do que os nomes e os orçamentos. Além disso, não é proibido sonhar.
Para ajudar a sonhar, chegaram mais três jogadores, além do avançado Rafa que já tinha vindo do Rio Ave: o ponta de lança brasileiro Fábio Martins (ex- Ac. Viseu), o experiente Hélder Sousa, que tem a particularidade de já ter jogado na Liga dos Campeões ao serviço da equipa cipriota do Apoel (chega do Trofense) e o guarda-redes Pedro Cavadas (ex Belenenses), que vem colmatar a saída do João Maravalhas, que saiu para o Eléctrico de Ponte de Sor. Fica uma palavra de reconhecimento do bom trabalho realizado pelo João, que me pareceu um guarda-redes de valor, e o desejo de boa sorte nesta nova etapa da sua carreira.
Neste Domingo, o primeiro jogo ditou a receção ao Estarreja, a única equipa que ainda não perdeu nos campeonatos nacionais. Do nosso lado, o Pedras Rubras também ainda não perdeu em casa. Será um bom jogo para avaliar a força das duas equipas e para pôr à prova essa invencibilidade do Estarreja. Parece-me que poderá perdê-la já Domingo.
Abraço.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Sorteio da Fase de Subida - Zona Norte
Foi hoje sorteada a fase de subida na FPF. Com o nosso Pedras a ser sorteado como equipa 1 (esperemos que seja um bom presságio), coube-nos receber, na primeira jornada, a equipa do Estarreja, a única equipa invicta em todos os campeonatos nacionais. Esperemos que perca essa invencibilidade logo nessa primeira jornada, que está marcada para o dia 14.
O calendário do Pedras Rubras é o seguinte:
1ª Jornada - Pedras Rubras vs Estarreja
2ª Jornada - Gondomar vs Pedras Rubras
3ª Jornada - Pedras Rubras vs Vizela
4ª Jornada - Anadia vs Pedras Rubras
5ª Jornada - Pedras Rubras vs Bragança
6ª Jornada - Fafe vs Pedras Rubras
7ª Jornada - Pedras Rubras vs Vilaverdense
Abraço.
O calendário do Pedras Rubras é o seguinte:
1ª Jornada - Pedras Rubras vs Estarreja
2ª Jornada - Gondomar vs Pedras Rubras
3ª Jornada - Pedras Rubras vs Vizela
4ª Jornada - Anadia vs Pedras Rubras
5ª Jornada - Pedras Rubras vs Bragança
6ª Jornada - Fafe vs Pedras Rubras
7ª Jornada - Pedras Rubras vs Vilaverdense
Abraço.
domingo, 24 de janeiro de 2016
sábado, 23 de janeiro de 2016
FC Pedras Rubras na fase da Subida
Apesar da derrota em Amarante por 1-0, o nosso Pedras beneficiou das derrotas do Vila Real (1-0 em Santo Tirso) e do Cinfães no Salgueiros (2-0). Conseguiu, assim, um feito histórico: pela primeira vez, vai disputar uma fase de subida à II Liga.
Parabéns a todos os que estiveram envolvidos nesta conquista.
Parabéns a todos os que estiveram envolvidos nesta conquista.
Resultados ao intervalo
Amarante 0 - Pedras Rubras 0
Tirsense 1 - Vila Real 0
Salgueiros 1 - Cinfães 0 (o Cinfães joga com menos um)
Tirsense 1 - Vila Real 0
Salgueiros 1 - Cinfães 0 (o Cinfães joga com menos um)
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