segunda-feira, 24 de outubro de 2016
domingo, 9 de outubro de 2016
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
terça-feira, 31 de maio de 2016
Bem vindo Artur Alexandre
Fiquei extremamente satisfeito de saber que o próximo treinador do nosso Pedras será o Artur Alexandre. Enquanto jogador, foi um exemplo a todos os níveis, dentro e fora das quatro linhas. Recordo-me bem da sua qualidade e do espírito combativo aliado a um desportivismo a toda a prova. E, na altura, este blogue teve oportunidade de registar devidamente esse exemplo. Espero que alcance o maior dos sucessos e que, com ele, se abra uma nova fase na história do clube: uma fase de trabalho, humildade, respeito pelas várias opiniões... Que algumas páginas muito infelizes a nível das atitudes que se escreveram no final desta época sejam postas atrás das costas, não se repitam e que se avance sempre em defesa do Pedras Rubras, dos bons valores e de se saber estar no futebol.
Abraço.
terça-feira, 17 de maio de 2016
segunda-feira, 9 de maio de 2016
segunda-feira, 2 de maio de 2016
segunda-feira, 25 de abril de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
quarta-feira, 13 de abril de 2016
FC PEDRAS RUBRAS 2 (Tó e João Amaral) - Gondomar 3
O nosso Pedras perdeu, no último Domingo, 2-3 com o Gondomar. A equipa entrou a ganhar no jogo quando, logo no primeiro minuto, o Tó finalizou da melhor forma um canto. Moralizada com o golo, a equipa esteve bem, controlando o adversário e continuando a procurar a baliza adversária. Foi com essa atitude que ampliou a vantagem quando o Rafa, autor de uma bela exibição, não desistiu de uma bola lançada em profundidade, cruzou quase na linha de fundo e encontrou o João Amaral, que, antecipando-se ao defesa, encostou com classe. Escassos minutos, mais uma jogada rápida no ataque do Pedras Rubras podia ter dado o terceiro golo, não fosse um excelente remate do João Amaral ter esbarrado com estrondo na barra. Infelizmente, no lance seguinte, sem nada que o justificasse, um erro de marcação na defesa, permitiu ao Gondomar reduzir a desvantagem. A equipa do Gondomar estava quase morta no jogo e, não tivesse sido esse lance, estou em crer que nunca viraria o jogo. No entanto, esse golo deu alento ao Gondomar e, pelo contrário, instabilizou um pouco os nossos jogadores que, por certo, recordaram outras situações em que deixaram escapar vantagens. Ao intervalo, esperava-se que essa desconfiança se dissipasse. Na segunda parte, a equipa procurou sobretudo defender a vantagem e, quem muito defende, está sempre mais sujeito a sofrer contrariedades. Por muito bem que se defenda, há sempre o maior perigo/probabilidade de se cometer um erro e, como é óbvio, qualquer erro no setor mais recuado é muito mais penalizador do que um erro cometido mais à frente, quando se disputa o jogo mais à frente. Infelizmente, surgiu esse erro, como noutras ocasiões já aconteceu, e o Gondomar chegou ao empate aos 79 minutos, além da nossa equipa ter ficado reduzida a 10 unidades. Para esse empate contribuiu também a entrada do habitual titular do Gondomar Tang Shi que, com a sua velocidade, veio confundir um pouco as marcações. O empate, e da forma como aconteceu, abalou completamente a equipa e, passados apenas dois minutos, novo erro (passe errado na saída da defesa) permitiu ao Gondomar virar o resultado e ganhar o jogo.
Em suma, nada a apontar à atitude dos jogadores, muito pelo contrário: trabalharam, lutaram e não são erros perfeitamente normais no futebol que anulam o elogio a essa atitude. Criticar sim, de forma construtiva, a forma como a equipa tem dificuldade em gerir as vantagens. Mentalmente, é tão grande a vontade de guardar os preciosos pontos, que a equipa se deixa amarrar mais atrás e não continua com a liberdade de manter os olhos na baliza adversária, com a vontade de causar problemas ao adversário. Naturalmente, há quem veja, e legitimamante, a realidade de outra forma e, como se sabe, o que não falta no futebol são opiniões. Também importa sublinhar que esta segunda fase menos conseguida não anula o mérito da equipa e do que já conseguiu, nem apaga a qualidade dos seus jogadores, mas também não se pode olhar para este percurso sem espírito crítico, como se se estivesse a fazer tudo bem. Não se está, mesmo reconhecendo-se a qualidade dos adversários. Em todo o caso, há um aspecto positivo nestes maus resultados: é permitir ao grupo analisar o que tem feito de menos acertado nestes jogos sem haver consquências de maior. Para o ano, sabemos que continuamos nos Nacionais.
Queria terminar com duas notas:
1) Não é um erro num jogo que sequer belisca o gigante que é o Tó, um jogador que tem feito tantas, mas tantas coisas boas desde que chegou ao nosso clube, que só devemos desejar que continue a ser grande parte da mística do que hoje é o Pedras Rubras.
2) Elogiar a exibição do Rafa. Incansável, rápido, com qualidade de passe, para mim, foi o melhor em campo.
Abraço.
Em suma, nada a apontar à atitude dos jogadores, muito pelo contrário: trabalharam, lutaram e não são erros perfeitamente normais no futebol que anulam o elogio a essa atitude. Criticar sim, de forma construtiva, a forma como a equipa tem dificuldade em gerir as vantagens. Mentalmente, é tão grande a vontade de guardar os preciosos pontos, que a equipa se deixa amarrar mais atrás e não continua com a liberdade de manter os olhos na baliza adversária, com a vontade de causar problemas ao adversário. Naturalmente, há quem veja, e legitimamante, a realidade de outra forma e, como se sabe, o que não falta no futebol são opiniões. Também importa sublinhar que esta segunda fase menos conseguida não anula o mérito da equipa e do que já conseguiu, nem apaga a qualidade dos seus jogadores, mas também não se pode olhar para este percurso sem espírito crítico, como se se estivesse a fazer tudo bem. Não se está, mesmo reconhecendo-se a qualidade dos adversários. Em todo o caso, há um aspecto positivo nestes maus resultados: é permitir ao grupo analisar o que tem feito de menos acertado nestes jogos sem haver consquências de maior. Para o ano, sabemos que continuamos nos Nacionais.
Queria terminar com duas notas:
1) Não é um erro num jogo que sequer belisca o gigante que é o Tó, um jogador que tem feito tantas, mas tantas coisas boas desde que chegou ao nosso clube, que só devemos desejar que continue a ser grande parte da mística do que hoje é o Pedras Rubras.
2) Elogiar a exibição do Rafa. Incansável, rápido, com qualidade de passe, para mim, foi o melhor em campo.
Abraço.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
segunda-feira, 28 de março de 2016
FC PEDRAS RUBRAS 3 (Hélder Sousa, Issouf, Rafa) - Vilaverdense 0
E à sétima jornada o nosso Pedras Rubras não descansou. Muito pelo
contrário, arregaçou as mangas e construiu, de forma clara, a sua
primeira vitória nesta fase de subida. Com golos de Hélder Sousa e
Issouf (28 e 32 minutos), e de Rafa (50 minutos), o Pedras Rubras obteve
um triunfo inequívoco, que lhe permite deixar a lanterna vermelha e
subir ao 6.º lugar da classificação (foi a única equipa a vencer nesta
última jornada da primeira volta). Ultrapassada esta barreira
psicológica, o grupo deve sentir-se ainda mais motivado para continuar
na procura de boas exibições e vitórias. Pelo que vi na primeira
jornada, tenho a certeza de que tem argumentos mais do que suficientes
para ir a Estarreja disputar o jogo e buscar mais três pontos dos 21 que
ainda estão em disputa. Se for com uma atitude ambiciosa e de
conquista, é bem possível que tal aconteça.
Parabéns ao grupo pela primeira vitória.
Abraço.
Parabéns ao grupo pela primeira vitória.
Abraço.
terça-feira, 22 de março de 2016
Fafe 1 - FC PEDRAS RUBRAS 0
Em resumo:
- uma primeira parte em que, apesar do maior domínio e posse de bola do Fafe, foi a nossa equipa que teve as grandes oportunidades de golo (três ocasiões claras), em contra-ataques ou ataques rápidos quase perfeitos (falhou apenas a finalização). Nesses primeiros 45 minutos, a equipa teve uma resposta positiva e acabou até a controlar o jogo com bola.
- uma segunda parte muito diferente, em que a nossa equipa não conseguiu subir as linhas, não conseguiu repartir o jogo e remeteu-se a uma defesa muito recuada, em que as insistências do ataque fafense acentuavam-se de minuto para minuto até surgir, com naturalidade o golo, aos 60 minutos (adivinhava-se devido às posturas das duas equipas naquele período).
- a perder, substituições no Pedras: saem o Hélder Sousa e o Ricardo Cardoso para entrarem o Pedrinho e o João Amaral. No entanto, aos 73 minutos, uma eventual reação e forcing final do Pedras foi anulada por uma decisão injustificada do árbitro que, perante uma entrada forte mas leal e não violenta do João Jesus, decidiu expulsá-lo com vermelho directo.
Em suma: primeira parte com alguns pontos de interesse, em que o Pedras Rubras mostrou ao Fafe que podia infligir-lhe danos; segunda parte para esquecer.
Com a derrota e a vitória caseira do Anadia frente ao Gondomar, a nossa equipa desceu ao último lugar. No entanto, o grupo não se deve deixar ir abaixo, deve perceber que ainda há muitos jogos pela frente e muito tempo para melhorar e sorrir com vitórias. E se tiver que perder mais jogos que os perca por ser ambicioso, por arriscar, por procurar ser feliz. É que se tiver essa atitude, está sempre muito mais perto de os ganhar. Se sábado, frente ao Vilaverdense, a equipa entrar com uma mentalidade vencedora, com a vontade de tomar conta do jogo, não obstante qualquer vantagem ou qualquer contrariedade, conseguirá certamente a sua primeira vitória nesta fase. Ainda há muito a ganhar.
Abraço.
quarta-feira, 16 de março de 2016
Transmissão televisiva no CMTV
Domingo, penso que pela primeira vez, o nosso Pedras terá um jogo transmitido pela televisão, mais propriamente pela CMTV. Trata-se de mais uma excelente oportunidade do nosso clube se dar a conhecer e mostrar do que é feito. Assim, espero que o grupo demonstre ambição durante os 90 minutos e que jogue sem complexos nem receios, procurando os golos e a vitória. Que deixe uma excelente imagem é o que eu desejo.
terça-feira, 15 de março de 2016
terça-feira, 8 de março de 2016
quarta-feira, 2 de março de 2016
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